Seu e-mail vai chegar à caixa de entrada?
Envie um teste para um endereço descartável. Filtros antispam independentes e dezenas de verificações técnicas respondem antes que seus inscritos parem de responder.
Por que vale dez minutos
Uma newsletter que cai em Promoções continua contando como entregue. Sua plataforma de envio informa 99% de entrega e não mostra mais nada. Entre «entregue» e «lido» as campanhas morrem em silêncio, e do seu lado ninguém olha para lá.
O que decide essa distância costuma ser técnico. Um registro DNS com erro de sintaxe. Um cabeçalho que o servidor receptor esperava e não encontrou. Um endereço IP que outra pessoa queimou no mês passado. Nada disso é visível de onde você está.
O que acontece com a mensagem enviada
Você recebe um endereço descartável. Mande para ele a mensagem que ia disparar para sua lista: a de verdade, com os links de verdade e o envio real por trás.
Ela chega a um servidor de e-mail que se comporta como um receptor. O servidor verifica suas assinaturas, lê seu DNS, pergunta a dois motores antispam independentes o que acham do conteúdo e procura seu endereço de envio em duas dezenas de blocklists. Nada para instalar. O endereço funciona uma vez e expira em uma hora.
Como ler o relatório
Duas notas. Uma reproduz o que os testadores clássicos baseados em SpamAssassin dão a esta mesma mensagem, para o número seguir comparável ao que você já viu. A outra é nossa e cobre terreno que o método clássico nunca olhou: as regras para remetentes em massa que Gmail e Yahoo passaram a exigir em 2024, reputação de links, descadastro em um clique.
Abaixo, 39 verificações com a evidência de cada uma. Todo aviso e toda falha citam a seção da RFC de onde vêm, com a frase, e a página em que o Google formula a própria exigência. Dá para nos conferir.
Depois, um plano para esta mensagem: o que mudar, em que ordem e quantos pontos cada mudança vale. Os pontos são recalculados pontuando a versão corrigida, não estimados.